Mundo de ficçãoIniciar sessãoPOV: HAPHEL
Meu peito apertou de um jeito desconfortável. Dor antiga sempre encontrava um caminho para se mostrar.
"Ele está falando do que mais teme." Minha loba murmurou, séria, porém compreensiva.
'Ele não se permite esquecer isso. Nem por um segundo.' Dolt acrescentou com suavidade.
Caronte respirou fundo.
— Em uma das paradas, a própria Morte embarcou em silêncio. — Ele manteve os olhos no vazio, como se revivesse a cena. — Ela apenas nos olhou. Não havia julgamento, só entendimento... e disse: Amar também é abrir mão, para que aquele que amamos possa seguir seu caminho em paz. Sem culpa. Sem peso.
Abaixei a cabeça, sentindo meus olhos arderem ao olhar para todas aquelas almas recém-chegadas, ainda confusas, ainda presas ao que deixaram para trás.
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