Azkarion segurou a mão daquela mulher sem aviso prévio.
Não foi um gesto impulsivo nem uma reação descontrolada. Foi um movimento preciso, carregado de uma raiva contida que tinha sido reprimida por tempo demais.
Os dedos dele se fecharam em volta do pulso dela com uma força brutal, quase impiedosa, e bastava ver o jeito como os nós dos dedos dele se tensionavam para saber que não era calma fingida.
Até eu, de onde estava, consegui imaginar a dor que devia estar atravessando a carne dela.
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