Abri os olhos devagar, como se minhas pálpebras pesassem toneladas.
A primeira coisa que ouvi foi um bipe constante, distante, quase como um eco dentro da minha cabeça.
Estava frio — um frio estranho que parecia vir do meu peito até os dedos, me deixando fraca, pequena, perdida.
Pisquei várias vezes, tentando entender onde estava, até notar minha mão. Estava conectada a um soro.
Um tubo transparente, uma agulha dentro da minha pele, e um líquido que descia gota a gota.
Tentei me sentar, mas