Azkarion colocou no meu dedo um anel de rubi e ouro com um gesto lento, quase solene. O anel brilhou sob a luz do apartamento como um aviso silencioso, pesado. Senti o frio do metal contra minha pele e, imediatamente, um nó se formou na minha garganta. Me afastei dele com um movimento brusco, levando a mão ao peito, e tentei tirar o anel. Puxei uma vez, depois outra, com crescente desespero. Não se moveu. Era como se tivesse se fechado sobre mim.
O olhei surpresa, com o coração batendo descontr