Depois de muito andar, finalmente tive a chance de me aproximar.
— O manto lhe serviu bem — elogiei.
— Obrigada. — Yuna respondeu timidamente.
Do lado de fora da construção ainda em obras, ficaram apenas nós dois. Estavam todos lá dentro da pequena casa.
Uma tocha próxima iluminava o rosto de Yuna, mas eu não precisava de muito para vê-la. Ela estava inquieta, seu coração agitado e ela olhava quase o tempo todo para o chão.
Eu queria pedir que me encarasse, mas precisava ir com calma. O que H