Hanna
As batidas fracas me alertaram, certamente não era Oryan, claro, ele não batia na porta. Então eu devia me precaver, podia ser alguém indesejado. Não que tivesse força para me defender, mas podia tentar.
Devagar, abri uma pequena brecha e relaxei ao ver quem era.
— Yuna! Vamos, entre.
— Oi. — Ela entrou um pouco receosa e aguardou ali mesmo, perto da porta. — Eu soube que tinha chegado e vim dar boas vindas.
— Obrigado, mas por quê está tímida? Entre mais. — Chamei-a com um gesto, voltei