— Ah, agora? — Jeane perguntou, incomodada. — Eu não acho que…
— Ah, é rapidinho. — Lucretia tentou passar, mas Jeane a empurrou. — O que é isso?
— Eu falei que estou ocupada! Lucretia, você não é mais uma criança! — Jeane inspirou fundo. — Quando puder entrar, eu aviso. Agora, com licença!
E fechou a porta, com força, na cara de Lucretia.
Por mais que não tivesse entrado, a ruiva só teve as suspeitas confirmadas. Se não era o pai dela ali, talvez drogado, ela não saberia dizer, tinha algum