Rhys concordou. Ele estava realmente ansioso para poder ouvir Lucretia na mente dele, poder sentir cada pedaço, cada pensamento, cada sensação dela.
Ele a queria por completo. Olhando ali, para aqueles lindos olhos claros, para os cabelos que pareciam estar em chamas, ele sentiu o peito inflar ainda mais. Era algo que ele não conseguia explicar, porém, sempre que a palavra “amor” surgia, ele sentia como se precisasse dar um passo para trás. Ele não podia amar aquela fêmea.
[“Ela não cometeu nada contra nós, Rhys. Ela é inocente. E já mostrou que é muito diferente do pai dela. Você sabe disso!”]
Embry sabia o que eles precisavam fazer para sentirem a predestinada deles. E ele não temia que outra fêmea aparecesse e colocasse a relação deles com Lucretia em perigo. Embry tinha cem por cento de certeza de que a fêmea deles, aquela que foi enviada pela própria deusa da Lua, não era outra se não Lucretia.
[“E se não for?”] Rhys perguntou.
Ele não poderia rejeitar a fêmea. Era um pecado