CLAIRE
Depois do tumulto que enfrentamos no restaurante, achei que Lucas finalmente me deixaria respirar. Mas ele estava mais vigilante do que nunca, seguindo-me como uma sombra constante. Sua preocupação era tocante, mas também sufocante. Apesar disso, não podia culpá-lo. Estávamos em território perigoso, e o peso das descobertas recentes ainda pairava sobre nós.
Naquela manhã, acordei com o som de passos no corredor. Lucas estava do lado de fora, conversando em voz baixa com um de seus segura