Hargrove pressionava a MedCore.
A imprensa farejava sangue.
Alexander estava em reuniões de emergência.
E Emma estava sozinha.
Sozinha com a humilhação.
Sozinha com a lembrança da noite em que ele a desejara.
Sozinha com a manhã em que ele recuara.
Sozinha com a sala em que ele perguntara se ela tinha algo a confessar.
Às quinze e vinte, bateram à porta novamente.
Emma congelou.
— Quem é?
— Vanessa.
O nome veio como veneno puro.
Emma quase riu.
Claro.
Foi até a porta, mas não abriu.
— Vá embora