— Sim, agora.
Ela olhou para ele, incrédula.
— Agora? Agora é conveniente?
A dor no rosto dele foi rápida.
— Eu errei esta manhã.
A frase a paralisou.
Alexander Blackwood não admitia erros com facilidade. Muito menos em corredor de hotel.
— Errou — ela disse.
— Eu acordei e... — Ele parou, como se as palavras fossem uma língua estrangeira. — Eu vi você ali. Na minha cama. Depois de uma noite que não deveria ter acontecido daquela forma.
Emma sentiu o peito apertar.
— Ainda acha que não deveria?