O RASTRO DA RUÍNA
A chuva bate com uma força constante contra a janela embaçada deste quarto de hotel barato em Buenos Aires, mas a minha mente não está aqui.
— A minha mente continua presa a milhares de quilômetros ao norte, nos corredores espelhados e frios da sede da empresa em Birmingham.
Sento-me na beira da cama ranger com o notebook descartável sobre os joelhos, encarando a tela iluminada que reflete no meu novo rosto.
Conecto-me a uma rede VPN maquiada, acessando os portais de notícia