Aguardando pacientemente que Rose adormeça completamente no banco de trás do carro, observo pelo retrovisor o corpo pequeno da minha filha encolhido contra o estofamento. A mãozinha dela ainda segura firmemente a blusa da Isabela — um símbolo de conforto e segurança em meio ao turbilhão emocional que estamos enfrentando.
Encaro aquele rosto sereno e meu peito se espreme em uma dor profunda. Penso no quão distantes estamos das noites tranquilas e felizes do passado, quando os risos e as brincade