Isabelly
A noite estou de banho tomado, com uma roupa leve, largado no sofá do meu apartamento e com alguns papéis espalhados em cima da mesinha de centro. Está na hora de pôr as atividades em dia pois na segunda estarei de volta a vida real. Às onze da noite estou acabada e sonolenta, louca para cair de vez na minha cama, porém, o meu telefone tocar, tirando a minha concentração do trabalho. Procuro o aparelho perdido entre a papelada e o atendo sem olhar quem é o indivíduo.
— Alô?
— Meu Deus