— JÁ ESTOU INDO! — grito antes de dar as caras.
— Ah, você está aí!
Escuto suas pegadas na direção do banheiro, e já preocupada com as suas ações, aperto a toalha com as mãos, indo para o quarto rápido e receosa.
— Estou aqui! — apareço toda aflita.
— O— oi, amor! — ele vem cambaleando na expectativa de me beijar, mas aí cheia de repulsa consigo desviar.
— Você está fedendo a álcool! — repreendo correndo para o outro lado da cama.
— Q— qual o problema? — disse me seguindo.
— Não q