— Para...para...
Vicente- Senhora!
Uma mão estranha me toca, enquanto grito com a Rainha dos meus sonhos.
— Por favor...não...não... —resmungo.
Vicente- Mila!
Eu estou no hospital, no mesmo quarto que me vi quando acordei ao lado do Benjamin. Não entendo porque não consigo me mover, na verdade, não entendo nem como estou conseguindo me ver. Se fosse um reflexo eu saberia e se aquela parada na frente da enfermeira não fosse eu, também reconheceria. Quero muito ir para casa, quero abraçar o