CONSTANZA
Assim que entramos no corredor do segundo andar, Patrícia segura firmemente o meu braço e me puxa para dentro do quarto de hóspedes onde está acomodada. Ela fecha a porta de madeira maciça de uma vez e encosta as costas contra a folha, soltando o ar pela boca em um suspiro longo, com o rosto completamente corado e os olhos brilhando de uma forma que eu não via há anos.
— Meu Deus do céu, Constanza! — dispara ela com a voz entrecortada, levando as duas mãos às bochechas quentes. — O se