— Mamãe, por que a senhora me chamou para este quarto? — pergunto, com a voz ainda travada pelo choro e o orgulho ferido.
Minha mãe suspira, cruzando os braços com aquela firmeza que sempre conheci, e me olha fundo nos olhos:
— Porque você precisa refletir sobre a intransigência que está impondiendo, Constanza. Minha filha, você está magoada com ele porque ele te enganou, ele te iludiu, mas... ele te forçou a deitar com ele?
A pergunta cai no quarto como uma lufada de vento frio. Desvio o