O silêncio do outro lado da linha torna-se sepulcral. O pai de Lucrécia não tenta me interromper, pois sabe que estou pronunciando verdades incontestáveis:
— Você deu liberdade demais para a Lucrécia durante a vida inteira — prossigo, o tom humanizado e conselheiro. — Durante muito tempo, você permitiu que ela fizesse exatamente o que bem entendesse porque era a sua filha caçula, porque era a sua princesa mimada e porque sabia que pouquíssimos homens na Itália teriam a coragem de contrariar a f