Mundo ficciónIniciar sesiónPOV: Caio
Caio esperava no estacionamento oeste com as mãos abertas sobre o capô de um carro que não era dele.
A ordem era não aparecer. Não atravessar o saguão. Não dar a Álvaro a satisfação de provar que, se chamasse o nome dele, o sargento surgia como cão puxado por coleira. Caio cumprira.
Cumprir não significava gostar.
Pelo ponto de Sofia, ouvira cada frase. O insulto d







