POV: Tainá
O Cemitério São Dimas não parecia assustador de fora.
Tinha muros altos, árvores antigas e uma capela pequena perto da entrada principal. As lápides brancas se alinhavam em silêncio respeitável, como se ali repousassem apenas histórias encerradas. Tainá sabia melhor. Lugares de morte também podiam esconder gente viva.
A noite estava úmida. A terra cheirava a chuva antiga. Os Renegados se posicionaram antes do primeiro carro funerário chegar. Ghost e Marco cobriam a entrada de serviço