Ela permanece ali, imóvel por um momento, como se reunisse coragem para falar. O silêncio entre nós é denso, quase incômodo.
— Me desculpe, senhor Damian... mas eu preciso ir pra casa. — Sua voz é baixa, e ela evita meus olhos, focando nas próprias mãos. — Minha amiga deve estar preocupada. Agradeço por tudo que fez por mim, mas... aqui não é o meu lugar.
Respiro fundo, controlando a frustração que ameaça escapar.
— É melhor que você fique por aqui, pelo menos até descobrirmos quem fez iss