Mundo de ficçãoIniciar sessãoFiquei ali, com o envelope maldito na mão, o maxilar travado, o peito ardendo. Mas uma coisa era certa: ela não ia tirar minha paz. Não dessa vez. Não com mentiras. Não com joguinhos baixos.
Peguei o telefone e fui direto ao ponto com o chefe da segurança:- Nova ordem: se Verônica aparecer aqui novamente, todos da recepção e segurança que permitirem sua entrada serão demitidos. Sem exceções. - Minha voz era firme, gelada. - E faça valer a partir de agora.Desliguei e olhei para o






