O Grande Templo das Estrelas erguia-se como um coração pulsante no centro da alcateia, um espaço onde o sagrado e o terreno se entrelaçavam. Era mais do que um templo; era um relicário do espírito lunar, concebido para lembrar às gerações que o véu entre o mundo dos vivos e o das deusas nunca era tão sutil quanto ali. As portas de carvalho maciço se abriram lentamente, deixando escapar um sopro frio, impregnado de incenso e mirra.
As mulheres adentravam em silêncio, uma a uma, seus passos