Quando finalmente chegamos à mansão de Boris, o dia ainda não começara a raiar. Sentia‑me exausta, e as minhas presas latejavam de dor — mesmo tendo bebido sangue antes do ataque da fera.
As portas enormes abriram‑se quase que por encanto, e Boris entrou carregando‑me nos braços. Duas mulheres estavam sentadas no sofá da sala principal, mas uma delas fez com que eu prendesse a respiração de imediato: era aquela mesma de cabelos rosas, a que tentara me queimar viva.
Num impulso de pura sobrevi