☆ Alexander Blake ☆
Saindo do bate-bate, com meu cérebro ainda quicando de um lado para o outro dentro do crânio — como uma bolinha perdida numa máquina velha — sou imediatamente capturado por três pares de mãos pequenas e levado rumo ao próximo desafio: o disco.
O disco.
O inferno redondo.
Fico tonto só de olhar. Aquela coisa gira sobre o próprio eixo enquanto desliza nos trilhos em forma de U, como se fosse uma lua possuída, subindo e despencando, zombando da gravidade e de mim. Pegamos a fil