â Aneliese Moore â
Eu reviro os olhos e me levanto do sofå, indo até a cozinha para pegar mais suco, mais para me ocupar do que por sede.
â Emy, vocĂȘ jĂĄ parou para pensar que, talvez, eu nĂŁo queira um encontro? Que talvez eu esteja perfeitamente feliz com minha vida do jeito que estĂĄ? â Eu me viro para encarĂĄ-la, apoiando as mĂŁos no balcĂŁo. â SĂ©rio, por que Ă© tĂŁo difĂcil para vocĂȘ e a mamĂŁe aceitarem que eu nĂŁo quero o mesmo que vocĂȘs?
Ela abre a boca para responder, mas hesita, e por um moment