Ela faz uma pausa, olhando para as próprias mãos unidas sobre o ventre. O tom de voz dela, que antes era de pura implicância bem-humorada, suaviza de repente, ganhando uma nota de profundidade que me faz prestar ainda mais atenção.
— Mas... quer saber da verdade? Para mim, nada disso importa de verdade. Que venham as marcas, que a minha pele mude, que o meu corpo mude. O que importa de verdade é que, depois que esses três pequenos nascerem, eu nunca mais, em toda a minha vida, vou me sentir soz