Desligo o motor do carro, desço rapidamente e dou a volta para abrir a porta do carona para a Mabel.
— Estendo o meu braço para ajudá-la a descer, segurando-a com firmeza pelo cotovelo. Mabel desce do veículo, mas assim que sente o meu apoio excessivo, ela para no lugar, estreita os olhos azuis e me lança um olhar de pura implicância.
— Ei, Evander! Dá para me soltar?
Eu já cansei de repetir que eu não estou inválida! — ela reclama, embora haja um tom divertido na sua voz.
— Eu sei perfeitame