Fico em silêncio por um longo minuto, digerindo cada palavra, sentindo o peso daquela história trágica. Olho para a Margot e vejo a verdade nos olhos dela. A dor dela é real.
— Eu não sei se nós duas vamos conseguir agir como mãe e filha da noite para o dia, Margot... — respondo com total franqueza, mantendo os meus pés no chão. — Mas eu quero e faço questão de que o nosso vínculo de sangue seja profundamente respeitado a partir de agora. Você pode continuar me chamando de Mabel, e eu vou conti