CAPÍTULO TREZENTOS E SETENTA E CINCO — TUDO ERA DIFÍCIL DE DIGERIR.
VICTOR BALTIMOR.
Aquele velho só podia estar tentando me enganar.
— O que disse?
— Eu disse que Afonso está morto.
— É mesmo? — perguntei com desdém.
— Você não acredita em mim, não é mesmo?
— Você não pode me culpar por duvidar de tudo que saia da sua boca.
Ele suspirou.
— Pois eu estou dizendo a verdade. Afonso está morto e foi Charlotte quem o matou. E na minha frente.
“Charlotte matou o próprio aliado.”
Eu mantive minha expressão fria, mas aquela revelação era chocante. Mas pensando bem…