VICTOR BALTIMOR.
A cadeira de rodas era uma surpresa que eu não esperava. Quando Elisa apontou o compartimento escondido nos braços e eu levantei as tampas, senti uma mistura estranha de surpresa e alívio. Finalmente algo que me dava um pouco de controle. Testei os comandos com cuidado no começo, movendo a alavanca para frente devagar. Bati na cadeira que estava próxima, mas não desisti.
Logo, a cadeira avançou suavemente, quase sem esforço. Depois tentei virar para o lado esquerdo, depois par