Luiza
O peso do luto parecia impossível de suportar. Cada movimento era uma luta, e cada pensamento era assombrado pelas imagens das freiras, especialmente de Madre Camila, alguém que eu considerava como uma mãe. A solidão parecia infinita, mas eu sabia que precisava continuar.
Enquanto tentava juntar forças para me levantar da cama, ouvi batidas leves na porta. Por um momento, pensei em ignorá-las, mas a voz familiar de Isabella me chamou.
— Luiza, sou eu. Posso entrar?
Levantei-me devagar e d