Os dedos de Caetano começavam a perder a força.
A poeira levantada pela explosão ainda cobria parte da ponte, dificultando a visão de todos.
Abaixo deles, a correnteza batia contra as pedras com violência.
Alina mantinha uma das mãos presa ao braço dele.
A outra tentava encontrar algum apoio na estrutura quebrada.
Mas havia apenas concreto rachado.
Cada pequeno movimento fazia novos fragmentos despencarem no rio.
— Não solta! — ela gritou.
Caetano apertou os dentes.
— Não pretendo soltar.
O pes