Lutano estava deitado na cama, com o rosto pálido, mas seus olhos brilhavam de um ódio infinito. Assim que se recuperasse, ele não pouparia Renatta! Uma mulher entrou no quarto com uma tigela de canja. Era Sara, que há muito tempo estava desaparecida. Ao entregar a canja para Lutano, ele se levantou lentamente e perguntou friamente:
— Como estão as coisas lá fora? Alguém está me procurando?
— Não sei, seu homem ainda não me mandou notícias. — Respondeu Sara.
Lutano franziu a testa e resmungou:
—