Aiden
Acordei com o som metálico de algo atingindo o chão.
Levantei de um salto, com o coração acelerado e a garganta seca. Demorei um segundo para perceber o que havia de errado: Aurora não estava na cama. E o quarto estava mais frio do que deveria.
Foi então que a vi.
Ela estava parada no meio do quarto, os olhos fixos na própria barriga. Em sua mão... minha adaga. A de prata. A mesma que herdei do meu pai, usada apenas em rituais sagrados.
A lâmina estava apontada para o ventre.
— Aurora! —