(Ponto de Vista de Kennedy)
— Caramba, Rayna. Sua alcateia é linda demais! — Eu exclamei.
A colina que estávamos subindo não se curvou de volta para um vale como eu tinha imaginado, mas simplesmente se nivelou e revelou árvores cheias e exuberantes, algumas já começando a mudar de cor com a estação, enquanto o caminho por onde passávamos aparecia muito bem cuidado e as árvores maiores formavam um dossel natural sobre nós.
Ao passarmos pela longa estrada de entrada, a trilha se abriu para uma cidade grande, com aparência clássica e de outra época. Era o tipo de cenário que alguém colocaria em cartões de Natal, com prédios de tijolos vermelhos e vitrines enormes. Tudo era acolhedor e convidativo. Parecia que havia quarteirões inteiros se estendendo até bairros residenciais.
Mesmo sabendo que essa alcateia era grande, eu não tinha noção da real proporção. Cruzamos uma praça central, com uma rotatória contornando um gazebo decorado para alguma ocasião, ao mesmo tempo que, mais à frente, um