— Muito bem, vamos começar — anuncia Yuri, com um sorriso travesso, pegando a garrafa vazia da bebida que estava tomando. Ele a deita lentamente sobre a mesa de vidro espelhado no centro do grupo.
A melodia de fundo muda, uma batida mais densa e envolvente toma conta do salão, misturando-se ao som abafado de risadas e copos tilintando. Celina se remexe no sofá, desconfortável. Seus olhos vagam involuntariamente pelas outras mesas, onde algumas mulheres, mascaradas e desinibidas, já dançam no co