A risada de Mikail Avane irrompeu pelo jardim, alta, gélida e tomada por um deboche cruel que reverberou contra o mármore da fachada.
— Oferecer? — Mikail deu um passo à frente, lento e ameaçador, ajustando as abotoaduras de ouro enquanto a sombra dos seus homens armados se projetava sobre o cascalho. — Você não pode nos oferecer algo que já está nas minhas mãos, garota! A sua vida, os seus bens e o sobrenome Thorne já pertencem aos Avane desde o segundo em que o seu sangue pingou no meu chão.