Como eu quero.
Simon Kaelen
— Libera a janela, Kaelen — Helena exigiu, abanando-se com as mãos trêmulas.
Pelo espelho, notei que a sua pele, recentemente mais clara, ganhava um tom avermelhado, quente. Os olhos dela brilhavam, marejados de lágrimas, o que me trouxe uma onda imediata de satisfação ácida.
— Estou com calor — ela rosnou, se abanando.
Eu não abri. É evidente que não. Queria vê-la no seu limite absoluto, implorando, rastejando-se aos meus pés até que aquele orgulho maldito morresse de uma vez por