Abri meus olhos e Christian estava ao meu lado, queria continuar dormindo, eu não queria encará-lo, não depois do que fiz, como eu ia dizer a ele que tinha sido eu, que foi o ódio que senti que me fez agir daquele jeito, não queria magoá-lo.
─ Há Isabelle graças à deus, você é você, se lembra de alguma coisa? – me perguntou.
O que fazer meu deus? Como contar que eu sabia de tudo, quem eu era, o que tinha que fazer, e que eu lembrava de tê-lo matado, ou tentado.
─ Não, eu não me lembro de nad