Capítulo 113
Narrativa do Autor
O Salgueiro nunca esteve tão vivo.
As luzes da quadra brilhavam forte no alto da comunidade, o som do pagode ecoava pelas vielas e o cheiro de churrasco tomava conta do ar.
Era impossível passar pelo morro naquela noite e não perceber que tinha festa.
E não era qualquer festa.
Era a comemoração pela recuperação do pequeno Miguel.
Depois de dias de medo, hospital, lágrimas e incertezas…
Finalmente existia motivo pra sorrir.
Digão observava tudo da varanda da quadr