- Você não me atingiu, Sophie. Às vezes, é preciso liberar suas emoções. - Ele sorriu e admirou orgulhosamente a fenda que se formara no solo.
- Você estava mesmo disposto a me deixar bater em você? - Indaguei, perplexa, enquanto apertava as mãos.
- Já te disse, gosto de levar uns socos de vez em quando! - Ele riu e se aproximou, passando os dedos sobre meus olhos. - Você pode descontar toda sua dor e raiva em mim, Sophie, eu aguento. Mas depois disso, recomponha-se, lute, não baixe a guarda!
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