Isaac parou o carro à beira da estrada, do nada, e virou-se para mim com um sorriso presunçoso.
— Sua vez, Atena. — Ele entregou as chaves sem esperar por uma resposta.
— Sério? Você quer que eu dirija agora? — perguntei, surpresa. Não que eu me importasse, mas Isaac geralmente não largava o volante por nada.
— Claro. Acha que só eu vou me divertir? Além disso, você está tensa. Dirigir vai te distrair um pouco. — Ele deu de ombros, me provocando com aquele sorriso que dizia: "você sabe que eu e