Quando o passado fecha a porta.
Na manhã seguinte Antônini sua esposa Débora, acompanhou Serena até a casa dela.
— Essa é a sua casa? Perguntou Débora.
— Na verdade essa é a casa que eu cresci. Meu pai tem outra no final dessa rua. Mas deve estar como essa. Vazia.
Serena parou diante da casa do pai com o olhar preso na fachada silenciosa. A pintura descascada parecia mais evidente sob a luz da manhã, e o ar parado carregava um cheiro antigo, de poeira e abandono.
Serena não imaginava que na