Valentina voltou ao hospital no dia seguinte mais cedo do que o habitual.
Não por obrigação.
Mas porque, de alguma forma, sabia que as coisas tinham mudado.
Agora havia regras.
E, mais importante…
Consciência.
Ela parou diante da porta do quarto 302, respirou fundo e entrou.
Leonardo já não estava na cama.
O coração dela deu um pequeno salto.
Por um segundo, o quarto vazio pareceu estranho demais.
Mas então ela ouviu um leve som vindo da lateral.
Ele estava de pé.
Apoiado na bancada próxima à j