— Mãe, por que você fica olhando o celular.
Dave perguntou aquilo por cima do cereal, a colher a meio caminho da boca, observando-a com aquele tipo de franqueza que só um garoto de nove anos conseguia ter. Cloe ergueu os olhos da tela na qual não tinha percebido que vinha fitando há dois minutos.
A luz da manhã entrava inclinada pela janela da cozinha, iluminando o vapor do café dela. O filho estava sentado ali, na camisa da escola, o cereal amolecendo na tigela, e por um segundo a simplicidade