Dayse se aproximou da porta da entrada, enfrentar um familiar de Adam parecia mais agradável do que descobrir o que significavam os gritos. Ela respirou fundo e colocou a mão na chave, assim que ia virar sentiu a mão de Adam por cima da dela. Ele fez sinal para que ficasse em silêncio e apontou para o quarto. Dayse correu e fechou a porta.
— Minha Dayse venha! Está segura.
Ela voltou para sala, ali estava uma moça de pele e cabelos claros, com um bebê pequeno em um carrinho.
— Dayse, nem acredi