Mahesa, que não conseguia recusar as ordens de Naresh, só podia obedecer a todas as ideias malucas do seu chefe.
"O que devo fazer, meu Deus? Minha mãe com certeza vai desconfiar. O que devo dizer quando ela vier visitar meu apartamento?", sussurrou Mahesa, de forma audível para ouvidos normais.
Diajeng, que estava sentada na cadeira ao lado dele, com as mãos e os pés amarrados, começou a se debater para que tirassem o pano da boca dela.
"Hmmm. Hmmm."
"Você pode ficar quieta? Estou com dor de cabeça com isso."
Os olhos de Diajeng fitaram-no. 'Quem pensa que eu sou? Solte o pano da minha boca, idiota', xingou Diajeng para si mesma.
Mahesa, que via que Diajeng não estava confortável desde há algum tempo, sentiu pena dela. Então ele parou o carro e removeu o pano da boca dela.
"Hah! Alhamdulillah. Finalmente posso respirar oxigênio pela minha boca", disse Diajeng aliviada.
Mahesa, depois de tirar o pano da boca de Diajeng, também não falou nada. Ele só olhava para o rosto de Diajeng que.