Isabela acordou lentamente, sentindo-se desorientada. A luz suave do sol entrava pelas cortinas do quarto, e ela percebeu que estava de volta à mansão. Eduardo estava sentado ao seu lado, segurando sua mão com uma expressão que misturava preocupação e raiva.
— Isabela, você está bem? — perguntou ele, seu tom de voz controlado, tentando disfarçar o que sentia.
Isabela piscou algumas vezes, tentando organizar seus pensamentos. As lembranças da noite anterior voltaram à sua mente em uma enxurrada